Há muito tempo que eu não posto nada de música por aqui, então aqui vai uma banda que eu tenho recentemente, com uma canção que eu acho irresistível: "Florence And The Machine" - "Only If For A Night".
A banda na verdade é a cantora inglesa Florence Welch e os músicos que a acompanham. Ela lançou seu primeiro álbum, "Lungs", em 2009. Este fez muito sucesso, ganhando vários discos de platina e de ouro em muitos países, além de abocanhar vários prêmios. A música " Between Two Lungs" faz parte deste álbum.
Florence, tem sido muito elogiada pelas letras e pela sua voz e interpretação. Suas músicas variam entre o folk e o indie, sempre com vocais maravilhosos.
O segundo e último disco foi lançado no final de 2011 , eu esperei muito por esse cd, "Ceremonials", e está entre os melhores cds do ano passado. Este álbum é um pouco mais soul e melancólico que o primeiro, mas também é Otimo
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Pareço doente.
Vestidindo com uma camiseta enorme e por ser branca me lembra roupa de hospital.
Estou péssimo; meu cabelo escuro me deixa ainda mais pálido.
Tenho certeza de que não é um sonho, porque eu ainda sinto o frio e meus pés descalços tocam o chão.
É madrugada, eu devia estar na cama!
Tudo parece calmo ?
Em frente ao espelho eu só vejo duas coisas: atrás de mim, o escuro, na minha frente, eu , Eu?
Me sinto tolo, vejo o chão se aproximar. O tempo congela e sinto cala-frios.
A madrugada me conforta; fria ou quente.
Então, o que restou. Desesperado e atirado ao chão pelo espelho; ninguém me vê, pois não há luz acesa. Ainda não...
Não sinto minhas pernas. Parecia fácil, quando só tinha que movê-las para sair do lugar. Lugar algum
Pra que me mover se não há destino?
Gotas de um mar quente e muito salgado rolam pelo meu rosto e molham o chão.
Me recomponho. Recolhendo pedaço por pedaço de tudo o que foi perdido ou abandonado, e por isso, quebrado.
De repente o chão começa a se afastar e o tempo volta a correr.
Suado deitei na cama; pela porta entrea-berta a luz do corredor acende e, Uma menina aparece, finalmente, para ver se está tudo bem comigo...
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Parece loucura tentar traduzir ou até mesmo impor um significado qualquer ao que vem crescendo tanto em intensidade e tamanho.
Eu me apaixonei por um momento.
Um momento meu e meu. Só meu.
Eu e minha mente, sozinhos ate quando não pudemos mais.
Durou dois anos ou meses. Não importa.
Eu vi um sonho em minha mente , brinquei de acreditar que tudo aquilo que eu queria, poderia, realmente, ser meu.
Eu tinha um fascínio.
E uma fascinada.
Provavelmente, não tenho mais nenhum dos dois.
Pensando pelo lado bom, eu não preciso surpreender mais ninguém.
Pelo lado ruim, eu não sou mais o centro do mundo de ninguém. Nem do meu.
Eu não sinto mais como se pudesse controlar emoções, ações e reações. Não sinto mais como se pudesse ver algum futuro. Próximo, ou não.
Eu gostaria de acreditar, outra vez, que meu futuro sera perfeito , que uma garota vai me olhar com os olhinhos brilhantes, de novo. Um dia.
Gostaria de continuar acreditando que reinos existem, que cores são mágicas e que eu vou ser apaixonante como fui uma vez ou outra.
Quero dizer, são coisas pelas quais eu mataria e morreria pra saber se vale a pena criar alguma esperança.
É.
Eu penso nisso.
Penso bastante....
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Eu sempre quis saber pra onde os carros estão indo.
Sempre quis saber da vida desses casais que tem uma filhinha e uma casa bonita.
Os incidentes, acidentes, remetentes, previsões, precauções, emissões, emoções.
A rotina.
O que comem?, o que bebem? e o que pensam sobre a economia do país?
Queria saber onde se escondem da chuva e para onde vão quando faz sol.
Qual vestibular aquela menininha vai prestar? Como será que sua nova boneca vai se chamar?
Será que ela sabe por que ela sofre ?
Será que ela sabe quanto custa pra mandar dar banho no cachorrinho?
Aposto que ela nunca viu um alagamento, mas deve conhecer a Disneylândia e a Torre Eiffel.
Torço para essa menina cair da cama essa noite e perceber que, enquanto ela vive o mundo, o mundo está morrendo.
Torço para que esses pais acordem amanhã de manhã e descubram, no primeiro trocar de olhares do dia, o real significado do amor e que, enquanto eles tem o mundo, o mundo empobrece, se esquece e desaparece cada dia mais...
Para aquela bonequinha de cristal que e cega pelo que ela chama "mãe"
Acorde !!!
digo isso apenas porque te amo
Atenciosamente Rodrigo
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Basta a noite chegar e escurecer para o medo invadir o coração daqueles que vivem no escuro mesmo quando faz sol.
O garoto que sonha em fazer das estrelas moedas, do céu um teto e da noite um abrigo.
A família que está unida pelo amor , pela necessidade de continuar sobrevivendo pra ver esse mundo mudar.
Todos choram juntos de noite, em prece, não pelo que falta, mas pelo que não tem.
Fazem do barulho da cidade o despertador para a vida.
É uma pena sentirmos pena de pessoas invisíveis. Mas invisíveis apenas por não estarmos olhando/agindo. Mas estão sempre ali, faça sol ou faça chuva, dia ou noite. Enquanto vivemos, sobrevivem.
Ou lutam pra sobreviver com o resto de tudo o que foi usado para viver.
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Eu me lembro desse lugar. Já estive aqui num sonho.
Esse cheiro de cores e o som das estrelas;
Os tons do chão e a intensidade do céu.
Todos à postos. Em seus lugares.
Concorrentes. Decorrentes.
Mal sabem que, juntos, formam a paisagem mais linda que eu já vi.
Nada disso passa de meras palavras. Ácidas.
Dissolveria até as coisas mais pesadas com a saliva.
De cima, tudo parece tão mais fácil. Bonito, colorido e iluminado.
Cinco minutos de silêncio.
Não dá. Preciso responder à questão fundamental agora;
Não dá. Preciso boquejar e bocejar sobre a vida;
Não dá… Preciso contar um segredo.
Daqui de cima ninguém poderá ouvir, mesmo se quisesse.
Não há ninguém pra ouvir. Eu não estou reclamando.
Tudo o que está vendo agora, eu já vi antes.
Tudo o que está fazendo agora, na minha cabeça, já fez antes.
Eu estou vendo a sua morte, antes dela acontecer.
Eu vejo o novo dia, antes do anoitecer.
Agora que já sabe, apague as luzes e feche a bilheteria;
Mantenha o parque fechado.
E até o próximo verão.
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Não conseguiria contar meus passos com um compasso.
Com um compasso eu conto as inúmeras voltas que já dei.
Não contaria as cambalhotas; são incontáveis.
E para onde vão os sonhos que sonhei? Eu estava mesmo dormindo?
O que fazer com os verbos soltos no ar? Será que eu poderia saltar? Estou no alto. Alto do ato insano. Não se soletrar e não me preocupo em rimar. Prefiro dar estrelinha na grama. Quando se vê o céu de ponta cabeça ele se parece com o mar. Eu fico tonto.
Não empresto minha sorte. Todos são capazes de sonhar.
Saltar, assaltar e ressaltar todos os detalhes da vida.
Sem ataduras, reata os nós desatados, mas não seria melhor deixá-los assim? Se bem que nós desatados não são nós. Não somos nós.
Sempre na mente com um motivo mais importante do que tentar ser um pouco mais sábio.
Tenho meus motivos, acredite!
Usando meu lugar especial que me faz ser transparente, (não invisível, transparente) não me sinto inseguro; me sinto leve e despreocupado.
É minha armadura e minha personalidade Alternativa, minha única arma.
Arma que não machuca; que atrai, fascina e predomina em qualquer lugar. Não minha personalidade, os sonhos e textos
Afinal Aqui já tem muito eu e você.
Falta “nós”.









